
A cidade e seu vácuo constante. No vazio dos carros, das horas, das pessoas, dos momentos. No vazio das circunstâncias, da solidão, da expectativa, no vazio da criação. No vazio. Se as coisas dessem errado o tempo todo, desacreditaria do amor, da arte e da potência dos fatos.
Se fosse mais fácil, desacreditaria. Só que nisso, teria uma pequena dose de conseqüência destrutiva, que descanalizaria o poder da sedução dos fatos. Se constantes, abundantes, seriam frágeis, se fossem vazios e instantâneos, seriam histéricos. Não acredito na hipótese de que o dinheiro mova a maior parcela dos sentimentos, mesmo. Nem acredito que não possamos fazer qualquer coisa... De música a pala italiana, não vivemos por osmose. E por não viver assim, escolhi não aderir a tudo aquilo que a TV mostra e vende, e que a publicidade te convence que é bom.
Sem risos falseados e esticados e ares de total plenitude mascaradas, sinto a fragilidade que somos e como não podemos prever o percurso das nuvens...grandes contribuidoras para esse instante.
Tudo muda! Inclusive creio que qualquer um é capaz de transformar o que aflige...de burlar o difícil, de manipular as possibilidades do impossível e de seguir. Desde o derretimento das calotas polares, a poluição exagerada, o consumismo da vida, e também o da água até o intenso desmatamento da Amazônia.
Somos Rés-humanos com todos os pormenores e intensamente mortais. Portanto, não seria burrice deixar passar as nuvens, velhas intrusas, esquecer do sol, ter vivo só 30% do nosso corpo, ter muitos filhos e netos, não ver mais a chuva, sentir calor pracaralho, pra vegetar pelos centros de estética corporais, injetando no corpo composições fascinantes, milagrosas, porém artificiais.
Se fosse mais fácil, desacreditaria. Só que nisso, teria uma pequena dose de conseqüência destrutiva, que descanalizaria o poder da sedução dos fatos. Se constantes, abundantes, seriam frágeis, se fossem vazios e instantâneos, seriam histéricos. Não acredito na hipótese de que o dinheiro mova a maior parcela dos sentimentos, mesmo. Nem acredito que não possamos fazer qualquer coisa... De música a pala italiana, não vivemos por osmose. E por não viver assim, escolhi não aderir a tudo aquilo que a TV mostra e vende, e que a publicidade te convence que é bom.
Sem risos falseados e esticados e ares de total plenitude mascaradas, sinto a fragilidade que somos e como não podemos prever o percurso das nuvens...grandes contribuidoras para esse instante.
Tudo muda! Inclusive creio que qualquer um é capaz de transformar o que aflige...de burlar o difícil, de manipular as possibilidades do impossível e de seguir. Desde o derretimento das calotas polares, a poluição exagerada, o consumismo da vida, e também o da água até o intenso desmatamento da Amazônia.
Somos Rés-humanos com todos os pormenores e intensamente mortais. Portanto, não seria burrice deixar passar as nuvens, velhas intrusas, esquecer do sol, ter vivo só 30% do nosso corpo, ter muitos filhos e netos, não ver mais a chuva, sentir calor pracaralho, pra vegetar pelos centros de estética corporais, injetando no corpo composições fascinantes, milagrosas, porém artificiais.
DES-BOTOX-SE!
de um vez por todos!
Texto livremente dedicado as donzelas deste século que abstraem o poder de sedução da compra e da propaganda para amarem a vida e o próximo como eles são e como eles deveriam ser.

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